Sacola Plástica Nunca Mais

Segundo ele, as ações buscam reduzir ao máximo o uso de sacolas descartáveis. “As descartáveis compostáveis devem ser encaradas como uma forma de uso emergencial”, frisa.
Dentro das ações do projeto, está prevista uma grande campanha de conscientização que começa 13 de março nos pontos de venda das entidades associadas e terá duração de aproximadamente 45 dias.
Os consumidores terão acesso a panfletos explicativos, publicidade em jornais, revistas, TV e rádio. Haverá também treinamento dos atendentes do varejo – o contato direto com os consumidores – para que eles estejam aptos a esclarecer a população.

Sacola compostável ou biodegradável: produzida com matéria orgânica, geralmente o amido de milho, é de fácil decomposição. Degrada-se em até 180 dias pela ação de microorganismos presentes em ambientes de compostagem e de aterros sanitários. Transformam-se em um composto orgânico que pode ser usado como húmus na adubação.
Sacola retornável: Não são descartáveis, apresentando vida longa. Produzidas com materiais variados, como TNT, tecido, palha, entre outros, é uma das melhores opções para se evitar o descarte.
Sacola plástica reciclada: feita a partir de materiais plásticos recicláveis. É uma boa alternativa na sua produção, mas quanto ao descarte apresenta os mesmos impactos ambientais da sacola tradicional.
A partir do dia 18 de abril será proibido o uso das sacolas convencionais e só poderão ser
comercializadas sacolas biodegradáveis (compostáveis), que serão vendidas ao preço médio de R$0,19. A partir desta data a fiscalização deixará de ser educativa, para ser punitiva. O comerciante que não cumprir a lei será notificado, multado e no caso de reincidência o estabelecimento poderá ser interditado e até fechado. De acordo com informações da Assessoria de Comunicação da AMIS os fornecedores da sacola compostável, feita a partir do amido de milho, terão plena condição de atender o comércio de BH.

Esta lei não pretende incentivar a troca da sacola de plástico convencional pela sacola biodegradável.

Matéria publicada na edição de fevereiro do Ambiente Hoje - Jornal impresso da Amda.
(Fonte: Assessoria de imprensa da ACMinas - 25/02/2011)